quarta-feira, 23 de setembro de 2009
DIDÁTICA
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
DESAFIOS DA ESCOLA
domingo, 13 de setembro de 2009
LINGUAGEM E EDUCAÇÃO
Letramento e alfabetização há algum tempo faz parte de nossas conversas. Falar, ler e escrever sofre influência dos meios social e cultural, estes definirão as características de cada um, poderá ser formal, sofisticada, coloquial.
EIXO VII - EJA
domingo, 12 de julho de 2009
ENTRE OS MUROS DA ESCOLA
As atividades do sexto semestre do curso de Pedagogia a distância da Ufrgs chegaram ao final, mas os questionamentos e reflexões continuam.
O filme que assisti para realizar a síntese final do eixo VI: “Entre os muros da escola”, continua me assombrando com suas cenas conflitantes, mas reais do cotidiano das nossas escolas e salas de aula.
Entre saber que conflitos existem e vê-los explicitamente existe uma grande distância. Então ao ver o filme, o choque é causado.
Normalmente tudo o que acontece principalmente de ruim ou negativo é atribuído aos professores e no filme não ocorre diferente, o centro de todas as desavenças são jogadas para o professor. Realmente, ele não consegue lidar com tantas diferenças e interesses ao mesmo tempo.
Vejamos, a escola como uma instituição educacional, elabora normas de disciplina, currículo, grade de avaliação, lista de conteúdos. Os pais matriculam seus filhos lá e esperam que os professores curem seus traumas, superem suas deficiências, conheçam seus anseios, os tornem cidadãos civilizados e educados. Os alunos querem mais do que o mundo já lhes oferece, sempre novidades, tudo imediato, a vontade de cada um deve prevalecer.
E o professor, ah, a este resta pouco, deve colocar em prática todos os planos da escola e garantir seu pleno êxito. Conhecer seus alunos muito profundamente, auxiliando-os a superarem seus traumas (construídos desde a gestação), dificuldades de relacionamentos, aprendizagens, torná-los críticos ( mesmo quando a própria escola depois não agüenta e os classifica como delinqüentes).
Aliás desenvolver a criticidade não parece ser muito difícil, o difícil é aprender aceitar as críticas.
Com os alunos o professor deve ser mágico, palhaço, artista, médico, psicólogo, pintor, dançarino, comediante, ilusionista, técnicos em tudo, escritor, e mais uma infinidade de designações. Mas estará ainda muito aquém do que é esperado e do que se imagina ser um bom professor, estará sempre ultrapassado, porque o mundo além dos muros da escola corre rápido demais. Não tem a preocupação de formar ninguém, isto é tarefa do professor.
O mundo precisa desenvolver-se, superar-se, destruir-se. E espera do professor uma solução para o que atrapalha seu caminho.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
QUESTÕES ÉTNICAS E RACIAIS
Considerações finais sobre Questões Étnicas e Raciais
Marilene Paré afirma que a escola é o local onde mais são criados os pré-conceitos então é também onde podem ser quebrados, não se omitindo de trazer à tona abordagens étnicas raciais.
Trazendo a beleza da diversidade do povo brasileiro para os currículos escolares, tratando-os com seriedade, evitando a disseminação da discriminação.
A cultura e tradições afro e indígenas, devem ser resgatadas de maneira a serem valorizadas, excluindo terminologias pejorativas, permitindo que os alunos possam olhar para si mesmos e terem orgulho de sua etnia e não negá-la.
Isto é possível com uma formação e conscientização de professores que possam trabalhar estas questões com conhecimento e segurança da beleza histórica e cultural destes povos.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Considerações finais sobre Psicologia
Piaget foi nosso grande companheiro neste eixo VI.
Através de sua teoria da Epistemologia Genética que, acreditava que a aprendizagem acontece a partir da ação do sujeito sobre o objeto, sendo que essa ação pode ser física ou mental, procurei analisar minha prática docente de sala de aula.
Após constatar uma prática empirista, ou seja, aquela que acredita que o conhecimento é transmitido pelo professor ao aluno, tenho refletido muito sobre a teoria Piagetiana que estuda de que maneira acontece a aprendizagem e como se desenvolve no sujeito.
Chamada também de interacionista pela interação que deve haver entre o sujeito e o objeto, provando que o conhecimento é algo construído pelo sujeito, na sua ação sobre o objeto de conhecimento, e não se dá a aprendizagem se não houver estruturas necessárias para que esse sujeito seja autor de sua construção.
É pela ação do sujeito que o conhecimento é construído. Por isso, procuro fazer da minha sala de aula um ambiente prazeroso, interativo, investigativo, que instigue a curiosidade dos alunos e que faça com que se sintam parte de uma história construída em conjunto, onde cada um desenvolve o seu papel, construindo seu próprio conhecimento.
Não será de uma hora para outra mas é um início. A assimilação já houve, diria que estou num processo de acomodação destes conhecimentos para promover um equilíbrio, a construção do meu próprio conhecimento.
