sábado, 20 de setembro de 2008

NORMAS DISCIPLINARES


A equipe do Seminário Integrador, profª Marie Jane e Nádie, estão nos prestando um grande serviço de orientação, colocando a par das Normas Disciplinares Discentes da Universidade da UFRGS.

Está sendo exigido um comportamento e atitudes condizentes como educandas e com o nome UFRGS que temos a zelar.

São palavras ás vezes duras que precisamos ouvir e nos levarão a ter atitudes acadêmicas e de crescimento pessoal e profissional, nos tornarmos pessoas mais comedidas, sensatas e de responsabilidade com o que nos cerca, a final é para isso que serve a educação.

Fiquei sabendo de regras do Código Disciplinar Discente muito importantes, mas a lição maior foi a diplomacia de minhas professoras ao nos passar o assunto um tanto melindroso com segurança e sabedoria.

AS PERGUNTAS CONTINUAM

O foco deste semestre do Seminário Integrador são os Projetos de Aprendizagem. Eles estão nascendo de uma bateria de perguntas que fizemos individualmente.

Em grupos escolhemos uma pergunta analisando se era produtiva e se propiciaria fazer uma pesquisa.

Meu grupo escolheu a pergunta: Como se fez a primeira fotografia? Por orientação da profª Marie Jane, tentamos relacioná-la ao resgate da história de Arroio Teixeira através de fotos antigas. A temática é como se deu a evolução da fotografia através dos tempos na praia de Arroio Teixeira.

Criamos o grupo para este estudo no webfólio do Rooda

Depois de algumas discussões no grupo, estamos achando que ainda não encontramos um foco realmente interessante para a pesquisa.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Apresentação final _ Eixo IV

No dia dez de julho, os alunos e alunas do Pead, compareceram ao pólo de Três Cachoeiras, para a apresentação da síntese do Portfólio de Aprendizagens do IV semestre.

Foram momentos muito intensos, onde percebia-se a ansiedade e o nervosismo de todos.

Passar por esta apresentação proporcionou mais um grande exercício de troca de experiências e aprendizagens entre os colegas além de exercitar a oralidade, enfrentando o público.

Ao montar minha síntese do portfólio, constatei mais uma vez o auto nível de organização do curso que prevê e realiza um trabalho realmente interdisciplinar.

Todas as quatro interdisciplinas falaram do mesmo assunto: tempo e espaço, sob enfoques diferentes mas ao mesmo tempo interligadas. Para auxiliar minha apresentação, usei um power point com quatro frases onde procurei sintetizar minhas aprendizagens.

“A criança é um ser social” para falar da inserção da criança de forma consciente no seu grupo social e gradativamente à grupos maiores, visto em Estudos Sociais. Dos cuidados com este espaço e as conseqüências do desequilíbrio causado pelo homem, em Ciências. Percepções das formas e medidas dos objetos e de si próprio em Matemática.

“Tudo se completa de algum jeito” Seminário Integrador, propôs a construção de um plano individual de estudos, conseguindo dar um fechamento a todas as interdisciplinas, planejando para que haja uma sintonia com todas as áreas do conhecimento, pois o tempo e o espaço estão sempre presentes em nossas ações.

“Os caminhos são diversos, mas o objetivo final é o mesmo” as interdisciplinas tinham um foco final: tornar o aluno um ser atuante no meio em que está inserido e fazer a diferença.

“A quebra de paradigmas”, na apresentação elegi como aprendizagem destaque a reação que todas as interdisciplinas provocaram em mim, a quebra de conceitos, concepções e verdades antigas, me fazendo repensar, processá-las dentro de mim e construir novos conceitos até que se quebrem novamente.

Constatei que embora tenha havido uma transformação em minha prática pedagógica, muito ainda falta a ser feito.

Preciso trabalhar mais detalhadamente como fazer a interligação em minhas aulas das disciplinas assim como foi feito no eixo IV, para não continuar aplicando atividades desconexas.

ARROIO TEIXEIRA através dos tempos


Há mais ou menos uns setenta a cinco anos atrás, o balneário Arroio Teixeira era apenas mar, cômoros de areia, junco, macega, um arroio e algumas choupanas usadas por pescadores.

Perto do arroio estabeleceu-se uma família de sobrenome Teixeira dando o nome de Arroio Teixeira à localidade.

Com a compra de alguns lotes de terra pelo senhor Tupy Feijó e para marcar o loteamento e início de urbanização da praia, foi colocada ali uma cruz de madeira que serviria também de referência para quem viajava pela praia, única via de acesso existente. Vendo a cruz saberiam que estavam chegando em Arroio Teixeira onde tinha também água pura e cristalina para beber e dar aos animais.

Mais tarde a cruz serviu como agência de correio, a correspondência vinha pelo ônibus que semanalmente fazia uma viagem de Osório ou Porto Alegre para Torres, eram deixadas numa caixa, e os poucos moradores ali depositavam ou pegavam as cartas.

Por causa da cruz foi cogitado em mudar o nome da praia para Santa Cruz, mas desistiram.

Com o passar do tempo a madeira da cruz apodreceu e foi jogada no mar.

Muitos anos depois com a tentativa de emancipação de Arroio Teixeira, houve um resgate deste objeto de memória, contada por moradores mais antigos e um interesse em restituir a cruz como marco referencial do início da história.

Foi então construída uma réplica da cruz de madeira do mesmo tamanho e fixada na praça, voltada para a mesma direção de onde estava a original.

terça-feira, 17 de junho de 2008

OBJETOS DE MEMÓRIA


O trabalho proposto pela interdisciplina de Estudos Sociais era opcional, escolher um lugar ou objeto de memória de minha comunidade para estudar com os alunos, com tantas atividades para dar conta, esta poderia ficar para trás não fosse a quantidade de significado que ela trazia.
Foi um trabalho muito bom de ser realizado porque mexeu com a memória de um lugar que conhecemos um pouco do presente e quase nada do passado.
Meus alunos do pré ficaram encantados e muito empolgados, através deles, a curiosidade de seus pais também foi aguçada e queriam saber os detalhes que as crianças não conseguiam explicar com clareza.
Esta foi uma atividade realizada com prazer tanto pelos professores quanto pelos alunos. A partir desta, surgirão muitas outras propostas de pesquisa de estudo de objetos que estão por perto e mais distante também.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

TIME NOTA DEZ

Mais uma aula presencial e tive a certeza da capacidade de meus professores. Realmente o desempenho e a sabedoria deles são de deixar até meio tonta.
Na aula com o professor Marcelo de Ciências e Nilton de Estudos Sociais, mais uma vez me mostraram um jeito de abordar assuntos com meus alunos, de maneira inversa, sem necessariamente seguir um padrão e uma listagem de conteúdos já estabelecidos que se tornam muitas vezes sem sentido.
Eis a razão das crianças não “aprenderem”. Só posso aprender o que faz sentido em minha vida e que não esteja fragmentado.
Em Estudos Sociais, foi novamente enfatizado que não devo me apegar tanto às convenções e leis, o importante é ensinar alguns conceitos que ajudam a entender melhor o mundo em que a criança vive. Despertar nela o senso crítico e observador para que aos poucos vá se deslocando do seu próprio mundo para a socialização.
O importante não é saber datas, mas conseguir fazer abstrações a partir de suas próprias experiências. Devo confessar que trabalhar desta maneira estes assuntos em minhas aulas, ganhou um novo colorido, apesar de faltar ainda muito aprimoramento, busca e compreensão.