terça-feira, 12 de agosto de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Apresentação final _ Eixo IV
No dia dez de julho, os alunos e alunas do Pead, compareceram ao pólo de Três Cachoeiras, para a apresentação da síntese do Portfólio de Aprendizagens do IV semestre.
Foram momentos muito intensos, onde percebia-se a ansiedade e o nervosismo de todos.
Passar por esta apresentação proporcionou mais um grande exercício de troca de experiências e aprendizagens entre os colegas além de exercitar a oralidade, enfrentando o público.
Ao montar minha síntese do portfólio, constatei mais uma vez o auto nível de organização do curso que prevê e realiza um trabalho realmente interdisciplinar.
Todas as quatro interdisciplinas falaram do mesmo assunto: tempo e espaço, sob enfoques diferentes mas ao mesmo tempo interligadas. Para auxiliar minha apresentação, usei um power point com quatro frases onde procurei sintetizar minhas aprendizagens.
“A criança é um ser social” para falar da inserção da criança de forma consciente no seu grupo social e gradativamente à grupos maiores, visto
“Tudo se completa de algum jeito” Seminário Integrador, propôs a construção de um plano individual de estudos, conseguindo dar um fechamento a todas as interdisciplinas, planejando para que haja uma sintonia com todas as áreas do conhecimento, pois o tempo e o espaço estão sempre presentes em nossas ações.
“Os caminhos são diversos, mas o objetivo final é o mesmo” as interdisciplinas tinham um foco final: tornar o aluno um ser atuante no meio em que está inserido e fazer a diferença.
“A quebra de paradigmas”, na apresentação elegi como aprendizagem destaque a reação que todas as interdisciplinas provocaram em mim, a quebra de conceitos, concepções e verdades antigas, me fazendo repensar, processá-las dentro de mim e construir novos conceitos até que se quebrem novamente.
Constatei que embora tenha havido uma transformação em minha prática pedagógica, muito ainda falta a ser feito.
Preciso trabalhar mais detalhadamente como fazer a interligação em minhas aulas das disciplinas assim como foi feito no eixo IV, para não continuar aplicando atividades desconexas.
ARROIO TEIXEIRA através dos tempos

Há mais ou menos uns setenta a cinco anos atrás, o balneário Arroio Teixeira era apenas mar, cômoros de areia, junco, macega, um arroio e algumas choupanas usadas por pescadores.
Perto do arroio estabeleceu-se uma família de sobrenome Teixeira dando o nome de Arroio Teixeira à localidade.
Com a compra de alguns lotes de terra pelo senhor Tupy Feijó e para marcar o loteamento e início de urbanização da praia, foi colocada ali uma cruz de madeira que serviria também de referência para quem viajava pela praia, única via de acesso existente. Vendo a cruz saberiam que estavam chegando em Arroio Teixeira onde tinha também água pura e cristalina para beber e dar aos animais.
Mais tarde a cruz serviu como agência de correio, a correspondência vinha pelo ônibus que semanalmente fazia uma viagem de Osório ou Porto Alegre para Torres, eram deixadas numa caixa, e os poucos moradores ali depositavam ou pegavam as cartas.
Por causa da cruz foi cogitado em mudar o nome da praia para Santa Cruz, mas desistiram.
Com o passar do tempo a madeira da cruz apodreceu e foi jogada no mar.
Muitos anos depois com a tentativa de emancipação de Arroio Teixeira, houve um resgate deste objeto de memória, contada por moradores mais antigos e um interesse em restituir a cruz como marco referencial do início da história.
Foi então construída uma réplica da cruz de madeira do mesmo tamanho e fixada na praça, voltada para a mesma direção de onde estava a original.
terça-feira, 17 de junho de 2008
OBJETOS DE MEMÓRIA

Foi um trabalho muito bom de ser realizado porque mexeu com a memória de um lugar que conhecemos um pouco do presente e quase nada do passado.
Meus alunos do pré ficaram encantados e muito empolgados, através deles, a curiosidade de seus pais também foi aguçada e queriam saber os detalhes que as crianças não conseguiam explicar com clareza.
Esta foi uma atividade realizada com prazer tanto pelos professores quanto pelos alunos. A partir desta, surgirão muitas outras propostas de pesquisa de estudo de objetos que estão por perto e mais distante também.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
TIME NOTA DEZ
Na aula com o professor Marcelo de Ciências e Nilton de Estudos Sociais, mais uma vez me mostraram um jeito de abordar assuntos com meus alunos, de maneira inversa, sem necessariamente seguir um padrão e uma listagem de conteúdos já estabelecidos que se tornam muitas vezes sem sentido.
Eis a razão das crianças não “aprenderem”. Só posso aprender o que faz sentido em minha vida e que não esteja fragmentado.
O importante não é saber datas, mas conseguir fazer abstrações a partir de suas próprias experiências. Devo confessar que trabalhar desta maneira estes assuntos em minhas aulas, ganhou um novo colorido, apesar de faltar ainda muito aprimoramento, busca e compreensão.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
PERGUNTAS-SEMINÁRIO INTEGRADOR
Inicialmente achei que a proposta de pedir aos meus alunos que formulassem perguntas,seria uma atividade simples, mas ao lançar às crianças que fizessem o exercício de perguntar, notei a grande dificuldade deles em organiizarem seus pensamentos e distinguirem o que é pergunta e o que é resposta, pois a princípio apresentaram agrande tendência em dar a resposta, dizendo o que sabiam sobre determinado asunto e não de realmente questioná-lo.
Bem como foi percebido e comentado pela professora Marie Jane, da necessidade que os adultos principalmente os professores tem de darem respostas, "professor bom é o que tem respostas para tudo".
Foi interessante também constatar, durante o debate que houve na aula presencial, que na realidade não existem perguntas bobas e nem menos produtivas. As perguntas que geraram maior discussão foram as que achei menos produtivas.
Através da formulação de perguntas, poderei direcionar os focos de estudo e interesse dos meus alunos, canalizando para um processo ensino-aprendizagem rico em possibilidades de crescimento professor/aluno.
Na aula presencial a professora Nádie deixou-me com o compromisso de pensar na necessidade e curiosidade com que deve ser estimulado em meus alunos e em meus próprios trabalhos do Pead, perguntas e argumentos realmente embasados com clareza e evidência. Estou tentando exercitar isto.
Representação do Mundo pelos Estudos Sociais
Na aula presencial da interdisciplina de Estudos Sociais, fui despertada a perceber que na maioria das vezes vejo os modelos e não realmente o que é a pessoa ou um objeto.
Já existem idéias pré fabricadas de acordo com interesse políticos, econômicos, sociais e religiosos. Eu como professora tenho a missão de fazer com que meus alunos vejam de maneira questionadora estes modelos.
Os efeitos do meu trabalho podem promover o ser humano ou aniquilá-lo. Com base no texto “ Do acaso à intenção
